quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ecos

Na minha inexatidão,
passeio pela curva das dúvida,
pela transparência da mentira
que inventei pra me aceitar.

Não sou santa...nem perfeita;
e quero o mundo.
Rabisco fronteiras finas
com giz de cera quebrado.

Minh'alma labirinto
não cabe em mim
e eu, no meu eu, me afundo

Jogo dados no infinito,
aflito destino que me cerca,
maldito tempo que resseca a pele.

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