sábado, 18 de junho de 2011

Perseguição

Quebro o silêncio com jazz.
Em seguida, me escuto...indie.
Me embriago em fumaças mnêmicas
cores, cheiros, vultos...

Arrepios que deixam em equivalência
meus poros.
Eles têm história...
coisas que, às vezes, o vento revive.
Coisas que,
às vezes,
meu corpo finge.

Me embriagar de mim
faz com que os sentidos se confundam...
Lembranças oníricas
perseguem...e são.

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